SERVIÇOS

Reestruturação Administrativa, Financeira e Pedagógica

REESTRUTURAÇÃO ADMINISTRATIVO/FINANCEIRO
1.1 Identificando perdas e buscando lideranças
Nesta etapa, após as primeiras analises identificadas no diagnóstico empresarial, é necessário que as evidências que resultam em perdas sejam neutralizadas ou minimizadas. Para isso a reorganização ou definição de lideranças é crucial no início do processo e consequentemente a distribuição ou redistribuição de tarefas e responsabilidades dos envolvidos.

1.2. Descobrindo e implantando controles

Esta é a fase em que mudanças devem ser implementadas. A definição dos controles existentes deve ser realizada de forma delicada e minuciosa. O excesso de controle inviabiliza a operação ao passo que a falta dele é nocivo para o bom andamento dos processos. Esses controles também deverão apontar informações corretas e transparentes que servirão de base para a tomada de decisões que se fizerem necessárias durante o trajeto.

1.3. Renegociando receitas e despesas

No caso de empresas que enfrentam períodos de instabilidade financeira é extremamente importante a renegociação das dívidas principalmente com fornecedores e instituições financeiras. O ideal é que sejam alongados os prazos de pagamentos e os recebimentos encurtados. Claro que tudo isso deverá ser feito com muita cautela. O fluxo de caixa ideal é aquele em que as receitas são suficientes para o pagamento das despesas e a empresa não depende de recursos de terceiros – no caso bancos e instituições financeiras – para quitar seus compromissos. Porque além das despesas, a empresa nestes casos, irá arcar com os juros presentes em operações de empréstimos rápidos e antecipações de títulos.

1.4. Reengenharia e otimização de processos

Nesta fase já é possível visualizar a empresa como um todo e avaliar sua operação, como seus processos operacionais e gerenciais. A partir daqui é que a reestruturação vai começar a ser viabilizada efetivamente. Aqui também se espera o aumento na eficiência da operação, com base nas análises feitas, onde as mudanças necessárias deverão ser realizadas para que a rentabilidade esperada ao fim do ciclo operacional aumente satisfatoriamente.

1.5. Eliminando produtos sem rentabilidade

Nem todos os produtos da empresa representam uma margem de contribuição satisfatória. Não é interessante manter produtos que destoam do objetivo principal da empresa que é o incremento do seu lucro e rentabilidade. A identificação destes produtos é importante para que sua produção seja diminuída ou até mesmo eliminada do ciclo da empresa. Produtos que vendem mas não tem uma margem de contribuição interessante não podem continuar a ser comercializados. Isso pode acarretar perdas financeiras significativas.

1.6. Desvendando ativos ocultos

Muitas empresas tem o chamamos de ativos ocultos ou simplesmente receitas potenciais inexploradas. Habilidade intrínsecas das empesas, projetos e produtos que renderiam às empresas receitas interessantes. Isso pode ser traduzido como maneiras ineficientes de atingir clientes potenciais, ou até mesmo do medo de inovar em novas linhas de negócios que uma vez identificadas, deverão ser implantadas para o aumento do retorno e da rentabilidade.

1.7. Planejamento orçamentário futuro

Engloba a decisão sobre o futuro da empresa com base em toda reestruturação feita até aqui. A busca de decisões que vão definir as melhores escolhas para garantir o crescimento e perpetuação da empresa no mercado. Alternativas como busca de novos sócios, formas de captação de recursos e planejamento orçamentário para os próximos anos. Metas de crescimento, de amortização de dívidas, entre outros.

2. REESTRUTURAÇÃO PEDAGÓGICA

A Schmeiske Consultoria elabora, produz e defende todo o processo de Credenciamento de Faculdades, desde a abertura do sistema e-MEC, até a publicação da Portaria de Credenciamento, Autorização e Reconhecimento de cursos.

2.1. Os consultores assessoram no que concerne a documentação exigida pelo MEC da mantenedora, tanto no nível burocrático, como no âmbito das necessidades de comprovação de patrimônio e balanço contábil.

2.2. Os consultores produzirão o PDI – Plano de Desenvolvimento Institucional, levando em consideração a realidade da região de inserção e a expansão da Faculdade, sempre com a participação de todos os mantenedores e gestores da IES, para que todos façam parte do processo e possam justificá-lo junto ao MEC nas avaliações in loco.

2.3. Constitui os Projetos Pedagógicos dos Cursos, buscando otimizar os recursos (acadêmicos e infraestruturais), diminuindo os gastos referentes à estrutura física, como laboratórios e bibliografias, por exemplo. Vale destacar que sempre se dinamiza um trabalho de forma que os coordenadores e NDE (Núcleo Docente Estruturante) participem e conheçam a sua realidade e, portanto, possam receber as avaliações do INEP demonstrando conhecimento pleno acerca dos documentos e processos da IES e dos seus cursos.

2.4. Acompanha e assessora todo o processo de implantação da infraestrutura da IES, inclusive no que concerne ao levantamento de preços e escolha de produtos;

2.5. Os consultores farão visitas constantes nas instalações, assim como promoverão reuniões com os gestores, professores e corpo técnico-administrativo visando o atendimento dos avaliadores do MEC;

2.6. Para as avaliações in loco do INEP, é constituído um check list para receber os avaliadores com muita tranquilidade, garantindo o credenciamento e a aprovação dos cursos com vários “cases” de sucesso, Faculdades Credenciadas e Reconhecidas com Notas 4 e 5.